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Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

neumologista de Campinas relata que 90% dos seus atendimentos são casos de síndrome pós-Covid; fadiga muscular e pulmonar são as queixas mais frequentes

 

Campinas, março de 2021 – Mesmo após um ano de pandemia da Covid-19, ainda são realizados inúmeros estudos para entender as diferentes reações e possíveis sequelas da doença. A grande incógnita é entender o porque as sequelas são tão duradouras, mesmo em casos mais leves de infecção.

A falta de ar, perda do olfato e do paladar são os sintomas mais frequentes. Mas a síndrome pós-Covid, como é chamada, inclui alguns outros sintomas como tosse, dor de cabeça persistente, cansaço, fraqueza muscular, problema de concentração, perda de memória, distúrbio do sono, ansiedade e depressão. E isso não apenas em casos graves, casos leves, mesmo sem internação, estão relatando algum desses indícios. Segundo estudo realizado em países da Europa mais de 87% dos pacientes apresentam pelo menos um sintoma persistente da doença.

“Nos últimos dois meses, 90% dos meus atendimentos são casos de pós-Covid-19. Mesmo em casos leves, sem hospitalização e, mesmo após estarem ‘curados’, ou seja, sem a presença do vírus, as queixas são persistentes”, diz Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp. “Realizamos uma avaliação pulmonar e cardíaca para avaliar as sequelas e, na maioria dos casos, o resultado é perda de condicionamento físico, perda e fraqueza muscular”, completa o médico.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, até 40% dos recuperados apresentam sequelas. Manter-se ativo, realizar alguma atividade física dentro de casa e caminhada leve ajudarão a não prejudicar o condicionamento físico.

O pneumologista relata que as sequelas não serão necessariamente permanentes e enfatiza a grande importância de ter acompanhamento médico pós Covid-19, para minimizar ou sanar os impactos causados pela doença. “Na clínica contamos com uma equipe altamente qualificada para realizar nos nossos pacientes a fisioterapia respiratória, que é uma grande aliada e auxilia na rápida melhora, buscando trazer de volta a qualidade de vida para cada paciente”, completa.

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo
Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá. Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves2021-03-24T16:05:00-03:00

CONGRESSO ON-LINE REÚNE ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR O ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

Com profissionais brasileiros e internacionais, o evento vai discutir também os impactos da COVID-19 nas ILPIs

O Brasil é um dos países com a maior população idosa do mundo, com cerca de 30 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e expectativa de que a população ultrapasse os 73 milhões de idosos até 2060 – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para discutir assuntos relacionados ao envelhecimento, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) realiza o 22º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, de 4 a 6 de março de 2021, on-line.

“Como tema principal, teremos as escolhas sensatas e a qualidade assistencial. Vamos abordar os assuntos mais relevantes relacionados à pessoa idosa, como o papel das tecnologias no cuidado aos mais velhos e o idoso no centro do cuidado, respeitando as suas individualidades e suas escolhas”, explica o Diretor Científico da SBGG, Dr. Renato Bandeira de Mello.

A programação contará com convidados nacionais e internacionais. Reunindo pesquisadores e profissionais que trabalham com envelhecimento de todo o Brasil e de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Argentina e Uruguai.

Entre os temas, destacam-se:

ILPI na pandemia do COVID-19: assuntos em alta na sociedade e na imprensa. Impacto, cuidado e qualidade assistencial com idosos em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) durante a pandemia da COVID-19;
Sarcopenia, uma doença evitável: quase 12 mil pessoas com mais de 60 anos morreram em decorrência de quedas em 2017, segundo dados do Ministério da Saúde. Discutir protocolos médicos e pesquisas sobre fragilidade e perda muscular, a implementação de políticas públicas e a acessibilidade em locais públicos são alguns dos tópicos relacionados ao tema;
Telegero: 15 anos de telemedicina em geriatria e gerontologia: Criada com o objetivo de capacitar e atualizar profissionais ligados às áreas de geriatria e gerontologia, a Telegero, teleconferência realizada mensalmente entre instituições de ensino e pesquisadores sobre o envelhecimento humano completa 15 anos.

Atualização de profissionais e formação de novos especialistas

Apesar de ter uma população crescente de idosos, o Brasil ainda carece de profissionais especializados para tratar de temas como os mencionados acima. Apenas na área médica, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), há 1.817 geriatras registrados, a maior parte (60%) na região sudeste. Sendo que há um geriatra para cada 16.511 idosos, índice muito abaixo do preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de um especialista para cada mil idosos.

“O geriatra é o especialista no envelhecimento humano e está capacitado para atender desde o idoso mais independente e com plena capacidade física e cognitiva até pacientes acamados ou que precisem de cuidados paliativos”, explica o Dr. Renato Bandeira de Mello, que complementa: “O Congresso cumpre o papel de atualizar os profissionais da área e contribuir com a formação de novos especialistas”.

A tendência é que essa lacuna cresça nos próximos anos, também com relação aos profissionais de outras áreas, especialistas em Gerontologia. “As mudanças demográficas que aconteceram nas últimas décadas, especialmente a rapidez do envelhecimento populacional, impõem à sociedade medidas estratégicas para entender esse fenômeno. E são os especialistas que podem ajudar a compreender os cuidados necessários aos idosos, o envelhecimento ativo e saudável e outras questões relacionadas à velhice”, diz a especialista em gerontologia e presidente do departamento de Gerontologia da SBGG, Vania Herédia.

Serviço

22º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia

Data: 4 a 6 de março de 2021

Local: On-line

Outras informações sobre o CBGG e inscrições: www.cbgg2021.com.br

Sobre a SBGG

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), fundada em 16 de maio de 1961, é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo congregar médicos e outros profissionais de nível superior que se interessem pela Geriatria e Gerontologia, estimulando e apoiando o desenvolvimento e a divulgação do conhecimento científico na área do envelhecimento. Além disso, visa promover o aprimoramento e a capacitação permanente dos seus associados.

CONGRESSO ON-LINE REÚNE ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR O ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL2021-02-18T15:22:27-03:00

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?

A cirurgia robótica vem ganhando espaço na maioria das especialidades cirúrgicas e revolucionando o tratamento de várias doenças, mesmo assim para algumas pessoas ainda é um tratamento pouco conhecido e algumas dúvidas são comuns, como: Será  que serei operado por um robô ou pelo meu médico? A cirurgia robótica se aplica no meu caso? Quais seriam os benefícios ?

A primeira cirurgia robótica do Brasil foi realizada em 2008!

De lá para cá ganhou popularidade devido a sua segurança, eficácia e bons resultados. Isso levou a hospitais de todo o Brasil a adquirirem plataformas robóticas. Os modelos de robô também tiveram atualizações e melhorias com o tempo, ficando cada vez mais modernos e ganhando funcionalidades.

Hoje existem mais médicos treinados em cirurgia robótica e já existem centros de formação e certificação de cirurgiões robóticos no país, tudo isso facilita aos pacientes o acesso a esta modalidade cirúrgica.

Neste procedimento o cirurgião fica no  controle de quatro braços robóticos: três braços cirúrgicos e um destinado à câmera .O Robô não opera sozinho e só faz o movimento conduzido pelo cirurgião que está sentado no console.

A imagem é 3D HD e com capacidade de amplificação dando detalhes muitas vezes não vistos sem esta ferramenta.

Os braços robóticos filtram o tremor natural da mão humana e reproduzem os movimentos realizados pelo médico ajudando no sucesso e melhorando os resultados da cirurgia.

Para saber se seu caso pode se beneficiar desta modalidade cirúrgica é muito importante conversar com seu médico e quando optar pela técnica procurar um médico habilitado e certificado para realização de cirurgia robótica .

Por ser realizada através de alguns furos na região a ser operada , o procedimento causa menores cicatrizes,  menos dor,  menos  sangramento, torna a recuperação mais rápida , causa menor uso de analgésicos. E especificamente na Urologia temos conseguido proporcionar melhores resultados funcionais aos pacientes tratados de câncer de próstata, oferecendo uma taxa bem menor de incontinência e impotência.

Estamos trabalhando para tornar esta técnica mais acessível aos pacientes uma vez que ainda não entrou no roll de procedimentos cobertos pelos planos de saúde.

 Dr. Mauro França Jr,

Diretor médico do Centro Urológico do Flamengo

Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia

Membro da Sociedade de Cirurgia Robótica e Minimamente invasiva do Brasil

Membro da Sociedade Americana de Urologia

Membro da Sociedade Europeia de Urologia

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?2021-02-17T17:04:10-03:00

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida

Além de ser saboroso, o grão, que é uma paixão nacional, pode evitar o aparecimento de doenças, estimular a atividade cerebral e potencializar os resultados da prática de exercícios físicos

O café é uma paixão nacional. Está presente em 97% dos lares brasileiros e, também, possui um papel fundamental na manutenção da saúde e da qualidade de vida. Durante a terceira edição do projeto ABIC Convida, algumas das propriedades do café foram apresentadas por Marina Seidl, nutricionista e membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

Prevenção: Minerais, ferro, aminoácidos e ácidos clorogênicos fazem com que a bebida seja anti-inflamatória e uma excelente forma de prevenção contra alguns tipos de cânceres (pele e fígado), diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

Longevidade: As substâncias presentes no café ajudam a reduzir os riscos de desenvolver enfermidades, o que aumenta a expectativa de vida. A sua propriedade antioxidante também contribui com o fortalecimento do sistema imunológico.

Concentração e disposição: O grão é um ótimo aliado para estimular a atividade cerebral. Ademais de evitar dores de cabeça, pois provoca a descompressão dos vasos sanguíneos, ele dá energia e melhora a concentração.

Auxilia na prática de exercícios físicos: Para os amantes de esportes e exercícios físicos, a bebida também é uma aliada. A cafeína, na forma natural, aumenta a concentração e dá energia, o que potencializa o desempenho e ajuda a melhorar a performance física e cognitiva.

Fique por dentro de dicas de consumo

Para potencializar os efeitos da bebida na melhora da qualidade de vida, a profissional separou algumas dicas de como consumir o café da maneira mais saudável possível.

Adoçando de forma correta: O ideal é escolher um produto de boa qualidade para que não haja necessidade de adoçá-lo. Porém, para aqueles que não conseguirem ingerir a bebida de forma natural, é recomendado usar adoçantes orgânicos, como os que são à base de Stevia, por exemplo, e em pouca quantidade. Açúcar jamais!

Dose certa: A dose recomendada é de três xícaras por dia, o que significa consumir de 300 a 400 miligramas de cafeína. Gestantes e adolescentes não estão impedidos de tomar café, mas devem se atentar a quantidade correta, que é de 100 a 200 miligramas/dia.

Recipientes: Plástico jamais! Os coffee lovers devem sempre priorizar xícaras, canecas e copos de porcelana e/ou vidro.

Mônica Pinto, Nutricionista e Coordenadora de Projetos da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), destacou a versatilidade da bebida e os seus benefícios para o organismo: “O café agrada o paladar da maioria das pessoas e é um grande companheiro desde o café da manhã até o fim do dia. Quando consumido em doses moderadas, o café possui ação estimulante. Assim, o sono diminui e a energia aumenta. Os efeitos comportamentais mais notáveis são: a melhora da performance cognitiva e psicomotora, e maior concentração. O café , além de ser uma paixão nacional contribui  de maneira positiva  para o organismo, proporcionando mais disposição e melhorando a nossa capacidade de trabalho.”

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida2020-09-22T16:50:02-03:00

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura

Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares do HC da Unicamp, destaca consequências como a síndrome respiratória

 

Campinas, setembro de 2020 – A covid-19 é uma doença que preocupa não apenas pelo alto índice de disseminação ou pelas consequências que pode acarretar no curto prazo. “Muitos pacientes se curam da covid mas carregam por vários meses sequelas como fadiga crônica (que pode ser pulmonar, como por exemplo a fibrose), muscular (perda de massa ou força) e cardiológica (como a miocardite – inflamação no músculo cardíaco)”, alerta Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp.

 

Em alguns casos mais graves, os pacientes precisam lidar com as consequências de AVCs, embolia pulmonar ou mesmo insuficiência renal. Para o tratamento da chamada pós-covid, Ronaldo Macedo destaca a necessidade de alguns protocolos: avaliação funcional fisioterápica, tanto da parte respiratória como muscular (perda de massa ou força); associado a isso, é pedido uma avaliação de imagem (tomográfica e ecocardíaca) e avaliação pulmonar.

 

“Após todos os passos avaliatórios, com os resultados em mãos, é possível realizar um tratamento adequado para que o paciente retorne às atividades o quanto antes e não tenha nenhuma sequela mais grave”, explica o pneumologista. Vale lembrar que o Brasil já superou 4 milhões casos de covid-19, sendo mais de 3,3 milhões o número de recuperados.

 

Além das questões físicas, o especialista também aponta a importância de tratamento psicológico para as pessoas que superaram a doença. “O nível de ansiedade e os casos de depressão aumentaram muito durante a pandemia. Notou-se também um aumento no consumo de cigarro e álcool”, ressalta Macedo. Dados de um estudo feito pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) apontam que os casos de depressão quase dobraram durante a quarentena e a ansiedade e o estresse cresceram 80%.

 

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo
Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá. Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura2020-09-10T11:19:34-03:00

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena

 

A atividade física é essencial para prevenir quedas na terceira idade, um problema que atinge pelo menos um terço da população mundial. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que 28% a 35% das pessoas com mais de 65 anos sofre com alguma queda no mínimo uma vez ao ano. Esse problema aumenta o risco de morte nessa faixa etária.

 

A dra. Leda Magalhães de Oliveira, fisioterapeuta da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que ao fortalecer os músculos, os exercícios acabam estimulando também os ossos a se tornarem mais fortes. “Além disso, músculos mais fortes nos ajudam a ter melhor equilíbrio e nos cansar menos”, complementa.

 

Nesse período de pandemia, mexer o esqueleto se tornou ainda mais importante para manter o bem estar mental e fortalecer o sistema imunológico. Mas como fazer isso se os idosos são justamente o grupo mais vulnerável ao novo coronavírus e precisam ficar em casa?

 

Os especialistas da ABRASSO (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo) mostram que é possível adaptar nossos lares e até mesmo casas de repouso para criar uma rotina indoor de exercícios físicos.

 

E nem é preciso comprar equipamentos de academia. Os únicos instrumentos utilizados na série de exercícios criada pela dra. Leda e pela dra. Aurora de Fátima Gazolin Cecilio Mafra Cabral, também fisioterapeuta da Unifesp, são duas garrafas cheias de água, uma parede, uma cadeira e a cama.

 

“Esses exercícios foram feitos para pessoas com osteoporose, mesmo os pacientes que já têm fratura, como uma forma de fortalecer a musculatura e, assim, sustentar a fragilidade óssea. Porém, eles também podem ser indicados para portadores de outras doenças e para a população geral”, explica a dra. Aurora.

 

A dra. Leda recorda que é ainda mais importante manter essa rotina de exercícios agora porque quando ficamos só dentro de casa, especialmente os idosos, os movimentos se reduzem. Dessa forma, perdemos músculos e, os ossos, cálcio, tornando-se mais frágeis. “Apesar de nos mexermos ao fazer os serviços domésticos, isso não é suficiente para estimular o bom funcionamento do corpo”, conclui a profissional.

 

O que acha de publicar um conteúdo sobre esse tema? Os profissionais da equipe de fisioterapia da ABRASSO estão disponíveis para passar dicas de exercícios para os idosos e orientar todos os cuidados necessários para realizá-los de forma segura.

 

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena2020-09-02T20:19:22-03:00

Guanfacina: Ajude a Campanha! Assine a Petição!

Guanfacina: Ajude a Campanha! Assine a Petição!

A Guanfacina é um agente anti-hipertensivo que atua sobre o sistema nervoso para restaurar a força muscular. Ela reduz a pressão arterial, ativando o sistema nervoso central.

A Guanfacina é utilizada para o tratamento de fraqueza muscular e do cansaço, causado pela síndrome de Eaton-Lambert, uma desordem autoimune que afeta o sistema nervoso.

Profissionais de saúde e representantes de instituições de assistência à crianças estão fazendo um abaixo assinado na internet para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aceite que a Guanfacina seja utilizada no tratamento de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Atualmente, as únicas substâncias disponíveis para o tratamento do TDAH no Brasil são os psicoestimulantes cloridrato de metilfenidato (Ritalina®, Ritalina LA®, Concerta®) e dimesilato de lisdexanfetamina (Venvanse®).

Diversos estudos científicos demonstraram que a Guanfacina é eficaz para a redução dos sintomas de desatenção e hiperatividade, tanto em pacientes que só apresentam o TDAH quanto em pacientes que apresentam comorbidades como autismo, transtorno de oposição e desafio (TOD), tiques, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), entre outras doenças.

 

Guanfacina: Ajude a Campanha! Assine a Petição!

 

Assine Aqui: https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/ANVISA_Aprovacao_do_registro_de_Guanfacina_para_TDAH_no_Brasil/

 

Guanfacina: Ajude a Campanha! Assine a Petição!2020-09-03T21:53:42-03:00

Alerta: pandemia faz com que pacientes de outras doenças graves abandonem tratamentos

Alerta: pandemia faz com que pacientes de outras doenças graves abandonem tratamentos

Forte queda no número de consultas e exames coloca em risco a vida de pacientes com doenças como câncer, asma e enfisema; com receio de contaminação por covid-19, pessoas evitam ambientes hospitalares e consultórios

Campinas, 6 de julho de 2020 – A pandemia do covid-19, além do grande volume de contaminações e dos quase 60.000 mortos no Brasil, está provocando outro grave efeito na saúde das pessoas.

Estudos indicam que ela provocou uma queda preocupante no número de consultas, exames e cirurgias em pacientes portadores de outras doenças, muitas delas graves, como câncer, enfisema e asma.

Um estudo feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e pela Sociedade Brasileira de Patologia, por exemplo, mostrou que houve uma redução de até 90% nos exames que deveriam ser oferecidos pelos hospitais a pacientes oncológicos, gestantes e doentes crônicos.

Outro levantamento, realizado pela Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, indicou uma diminuição de 50% nas angioplastias primárias em março e de 70% em abril, na comparação com o mesmo período do ano passado.

O fato é atribuído, entre outras causas, ao próprio isolamento social e ao receio de contaminação em ambientes hospitalares e em consultórios.

“É uma situação preocupante, com graves consequências”, alerta o pneumologista Ronaldo Macedo, que trabalha no Hospital de Clínicas da Unicamp e no Hospital Vera Cruz, em Campinas (SP) e constata essa realidade no dia a dia, principalmente em relação aos portadores de doenças crônicas.

“Se um paciente com asma ou enfisema entrar em crise e não for tratado, ele corre até risco de morte. É uma questão séria, pois ele não pode deixar de fazer o acompanhamento.

Nos hospitais em que trabalho percebo que houve uma queda importante nos atendimentos, de pelo menos 40%”, afirma o especialista, que coordena o Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp.

Ronaldo Macedo lembra ainda que o inverno que se inicia é o período em que as doenças pulmonares se agravam, o que requer atenção redobrada:

“É nessa época mais fria e seca que o paciente crônico corre maior perigo de descompensação, ou seja, de ocorrência de um evento crítico que requer atendimento imediato. Casos como os de fibrose pulmonar precisam ser seguidos de perto”.

Outro problema provocado pela falta de acompanhamento constante é a dificuldade em se fazer o diagnóstico precoce de doenças como o câncer de pulmão.

“Às vezes a pessoa tem perda de peso e não procura o médico, achando que não é nada sério, mas pode estar desenvolvendo um tumor que poderia ser diagnosticado a tempo”, explica o especialista.

É importante que os pacientes crônicos não deixem de seguir as rotinas médicas e o tratamento adequado e que os sistemas de saúde mantenham o mesmo padrão de atendimento a outras doenças, além da covid-19”, acrescenta o médico.

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo

Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá.

Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/

Alerta: pandemia faz com que pacientes de outras doenças graves abandonem tratamentos2020-07-10T21:45:55-03:00

Grupo Polar alerta sobre erros comuns na medição de temperatura durante recebimento de cargas termossensíveis

Grupo Polar alerta sobre erros comuns na medição de temperatura durante recebimento de cargas termossensíveis

São Paulo, junho de 2020.

A alta demanda por agilidade no recebimento de cargas termossensíveis (amostras, insumos e produtos diagnósticos, farmacêuticos, veterinários etc.) comumente esbarra na utilização de termômetros inadequados para a medição de temperatura das embalagens térmicas.

O termômetro infravermelho figura entre os modelos mais equivocadamente empregados neste tipo de mensuração – gerando aferições errôneas e, muitas vezes, a rejeição e devolução de itens.

Apesar de sua rápida resposta, a medição torna-se imprecisa, nesta finalidade,

devido às características do equipamento, cores dos cartuchos, além de outras variáveis.

Para auxiliar os processos de recebimento e aferição de cargas térmicas,

o Grupo Polar explica os pontos de vulnerabilidade do termômetro infravermelho e aponta as medidas mais assertivas para essa demanda.

A farmacêutica Nathalia Lima, gerente técnica do Valida Lab (laboratório de qualificações térmicas do Grupo Polar),

destaca que esse tipo de equipamento é mais indicado para processos rápidos, determinar temperaturas de superfícies e de pontos de difícil acesso.

Quando utilizado para medição de temperaturas de embalagens térmicas, o termômetro infravermelho pode sofrer interferências pelo grau de inclinação,

sujidades presentes na lente, distância do objeto aferido, poeira e umidade, falta de calibração, cores dos cartuchos (quanto mais escura, mais quente refletirá), climatização do equipamento depois de uma alteração de temperatura (junção fria), entre outros fatores.

Segundo a especialista, os termômetros mais indicados para esse tipo de aferição são o tipo espeto.

“Eles possuem uma haste que é colocada em contato com os produtos, gerando maior precisão na temperatura mensurada. É importante atentar para que o termômetro não fique em contato com os elementos refrigerantes nem com as paredes das caixas”.

Nathalia ainda recomenda que a abertura das caixas ocorra dentro de câmaras frias, na mesma temperatura dos produtos (entre 2°C e 8°C).

“Quando a embalagem é aberta em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, a troca de temperatura ocorre de maneira muito rápida e a aferição resultará acima do limite de 8°C”, complementa.

Sobre o Grupo Polar

Pioneiro no setor de cadeia fria no Brasil, o Grupo Polar é especializado no desenvolvimento de soluções específicas que garantem a integridade térmica do produto durante o transporte e armazenamento.

Com quase 20 anos de trajetória, é referência na produção de embalagens térmicas para transporte de medicamentos com temperatura controlada,

gelos artificiais, vestimentas para ambientes controlados e monitores de temperatura.

Para outras informações, acesse http://grupopolar.com.br/.

Grupo Polar alerta sobre erros comuns na medição de temperatura durante recebimento de cargas termossensíveis

Entre em contato conosco.

 

Grupo Polar alerta sobre erros comuns na medição de temperatura durante recebimento de cargas termossensíveis2020-06-26T22:02:13-03:00