Você está aqui:Início-Max

Sobre Max

Esse autor ainda não preencheu quaisquer detalhes.
So far Max has created 46 blog entries.

Saiba como lidar com a ansiedade na pandemia

Saiba como lidar com a ansiedade na pandemia

Psicóloga da Faculdade Anhanguera de Niterói dá dicas de como amenizar os sentimentos negativos vindouros do isolamento social

 

Rio de Janeiro, maio de 2021 – O isolamento social provocado pela pandemia do Covid-19 não afetou somente as pessoas infectadas pelo vírus. No mundo todo, a quarentena que já dura mais de um ano tem cobrado seu preço na saúde mental da população.

 

Os sintomas são diversos, mas os mais comuns são tremores, cansaço, tristeza, sensação de falta de ar e asfixia, coração acelerado, suor excessivo, mãos frias e suadas, boca seca, tontura e náuseas. A ansiedade é caracterizada pelo sentimento de preocupação e medo que demasiadamente pode interferir nas atividades diárias.

 

Segundo uma pesquisa recente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), os casos de ansiedade e estresse neste período de quarentena tiveram um aumento de 80%. Outro levantamento, feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e Unicamp, chegou a conclusões semelhantes. Foram entrevistadas cerca de 45 mil pessoas. Grande parte desse grupo, 40%, disse ter sentido tristeza ou depressão, e 54% se declararam ansiosos/nervosos com frequência.

 

De acordo com a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, Berta Sheila de Souza Ribeiro, a ansiedade pode vir de diversos fatores. “As pessoas estão presas em casa e sem contato com amigos ou realizando aqueles encontros que distraem a cabeça, tem o medo de se infectar e passar para a família, o ganho de peso devido a alimentação e o sedentarismo, a incerteza no trabalho com a piora da economia, e, recentemente, a angústia de ter ou não a vacina suficiente para todos.”, conta.

 

A psicóloga explica também que a ansiedade vem muito pelos pensamentos excessivos no futuro, causando medos e nos fazendo sofrer por antecipação. “Para amenizar esta situação, tente valorizar e viver o momento presente, deixando de pensar demais no futuro. Tente criar ocasiões divertidas com as pessoas que moram com você, pense positivo, adapte a sua vida a nova realidade e o mais importante, crie uma rotina”.

 

Devido a permanência em casa muita gente tem se descuidado um pouco da aparência e até ganhado uns quilinhos a mais, o que estremece a autoestima. “Inclua em seu dia a dia exercícios físicos, alimentação regrada e saudável e encare essa situação como passageira, levante, tome banho, se arrume e trabalhe em um cantinho legal e confortável. É importante fugir do sentimento de estar vivendo o mesmo dia sempre.”, conclui Berta Ribeiro.

 

Atendimento psicológico a preço simbólico

 

Se as crises de ansiedade são constantes, você tem dificuldades para dormir, trabalhar e estudar, é o momento de buscar ajuda especializada. A Clínica de Psicologia da Anhanguera de Niterói oferece atendimento a preço simbólico de R$10 (dez reais) para a comunidade. A atividade é desenvolvida por alunos da instituição sob a coordenação dos professores.

 

Interessados podem agendar consulta pelo telefone (21) 3803-0633 ou pelo e-mailcepsi.anhanguera@gmail.com . A Clínica de Psicologia está localizada na Avenida Visconde do Rio Branco, 123, Centro – Niterói.

Saiba como lidar com a ansiedade na pandemia2021-06-10T16:56:21-03:00

Doenças pulmonares exigem maior cuidado no inverno

Doenças pulmonares exigem maior cuidado no inverno
Pneumologista de Campinas alerta a população e cita cuidados necessários para evitar problemas; pandemia de Covid-19 também prejudica o controle

 

 

Campinas, junho de 2021 – Com a chegada do inverno, muitas doenças pulmonares passam a preocupar. Nessa época do ano temos que lidar com a queda de temperatura, além da mudança da umidade, por isso, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Hospitais registram um aumento de 30 a 40% no atendimento de pacientes com doenças respiratórias.

 

“Umidade, oscilação de temperatura, pouca chuva e clima seco são o combo do inverno que acabam agravando doenças pulmonares crônicas. Quem tem asma, rinite, bronquite enfisema ou alguma outra doença pulmonar, tem um risco maior de descompensar o quadro clínico, principalmente quando não há um tratamento ou acompanhamento médico adequado”, pontua Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp.

 

Nos últimos dois anos, o vírus de Covid-19 entrou como um fator que torna o cenário mais complicado. Antes da pandemia, era notório um quadro gripal. Agora, qualquer sintoma de gripe é um alerta para Covid, sendo necessário ser investigado até que se descarte esse vírus.

 

“Beber bastante água, sempre se manter hidratado, lavar bem o nariz com soro fisiológico ao longo do dia, manter um umidificador no local de sono e se prevenir da oscilação de temperatura, se agasalhar em dias frios são os principais cuidados para evitar um agravamento das doenças pulmonares”, completa o pneumologista. Outra dica importante é procurar um especialista. Assim é possível criar um plano de tratamento e evitar uma piora no quadro.

 

 

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo
Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá. Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/ ou siga a página no Instagram @drronaldomacedo

Doenças pulmonares exigem maior cuidado no inverno2021-06-10T16:22:49-03:00

Como lidar com o luto durante a pandemia do coronavírus

O momento atual de incertezas pode agravar sentimentos negativos da pessoa enlutada; professora de Psicologia da Anhanguera Niterói fala sobre como lidar com eles 

 

Rio de Janeiro, maio de 2021 – A Covid-19, doença causada pelo coronavírus, já tirou a vida de mais de 47 mil pessoas em todo o estado do Rio de Janeiro desde o início da pandemia, segundo dados do Ministério da Saúde. Quando se trata de Brasil, o número de óbitos já ultrapassa os 430 mil mortos. Por trás de cada uma dessas vidas que se foram, há várias outras pessoas que sofrem a perda de um parente ou um amigo. E se já é difícil lidar com a perda definitiva de alguém em circunstância normais, a pandemia agrava ainda mais sentimentos negativos e indesejados que aparecem no processo de luto.

 

Mas o que é o luto?

 

A definição de “luto” não é exata e cada pessoa vivencia esse sentimento de maneira diferente, de acordo com a cultura, o meio em que está inserida e o contexto que envolve a morte do conhecido. “Teóricos definem o luto de formas diferentes, mas ele pode ser explicado como um rompimento de vínculo de alguém significativo. É a sensação de perda de algo que era seguro”, explica a coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera, Berta Sheila de Souza Ribeiro.

 

A perda de um ente querido gera uma resposta mental imediata, traduzido muitas vezes como dor e intensa angústia. De acordo com a coordenadora, essa dor e angústia podem se agravar em momentos de crise, como a pandemia em que estamos vivendo. Afinal, o momento por si só já causa insegurança na população. Como resultados psicológicos, as pessoas que vivem o luto podem experimentar sensação de desesperança, falta de interesse no cotidiano e preocupação intensa com as memórias que se tem da pessoa que perdeu a vida. “Na prática, chamamos de luto o período de transição em que precisamos nos acostumar com a falta de uma pessoa querida ao mesmo tempo em que encontramos uma maneira de se adaptar ao dia a dia sem a presença dela”, esclarece Berta. “Quando se há uma mudança brusca no cotidiano e na maneira de se viver, como muitas pessoas estão passando durante a pandemia, esses resultados mentais podem ser agravados”, continua.

 

Estágios do luto 

 

Esse período de transição é dividido por fases, propostas pela psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross em 1969, e a psicologia defende que é necessário viver todas elas como um processo de amadurecimento. São cinco os estados mentais promovidos pelo luto: a negação, a raiva, a barganha, a depressão e aceitação. “Essas etapas nos ajudam a entender a forma como as pessoas administram o luto, mesmo que cada uma delas viva esse momento de maneira diferente”, explica a professora de Psicologia.

 

E como lidar? 

 

Apesar de algumas dicas serem úteis para ajudar uma pessoa enlutada a viver melhor por si só, o auxílio psicológico pode ser um grande aliado nesse período. “Antes de tudo, é importante não se comparar com outros casos de pessoas enlutadas. Cada um tem o seu tempo de superar essa dor, que é momentânea, e se transforma em aprendizado e amadurecimento posteriormente”, argumenta. A coordenadora ainda esclarece que o papel do psicólogo nesse período é o de ajudar a pessoa enlutada a encarar essa perda de maneira equilibrada. “O profissional pode auxiliar a pessoa a se relacionar com o luto e a entender todos os sentimentos envolvidos, passando por cada fase de maneira consciente”, afirma.

 

Profissionais da saúde

 

Se por um lado vemos as pessoas tristes e desoladas com a perda, por outro temos os profissionais da saúde que lidam quase que diariamente com a morte, seja ela de um parente ou de um paciente.

 

Para enfermeiros e médicos que estão na linha de frente, a psicóloga explica que “há uma pressão psicológica muito grande, uma vulnerabilidade emocional em altos índices, além de muita sobrecarga de trabalho. A orientação é que fora do ambiente de trabalho, esse profissional tente relaxar, realizar outras tarefas diferentes do seu cotidiano, que promovam sua saúde mental: ouvir músicas, ler, estar com a família, em contato com amigos, ou seja, em atividades que lhe tirem daquela zona de perigo e adrenalina constante. E no mais, que recebam todo o carinho das suas famílias e de toda a sociedade”, finaliza.

 

Atendimento psicológico gratuito

 

A Clínica de Psicologia da Anhanguera de Niterói oferece atendimento a preço simbólico de R$10 (dez reais) para a comunidade. A atividade é desenvolvida por alunos da instituição sob a coordenação dos professores.

 

Interessados podem agendar consulta pelo telefone (21) 3803-0633 ou pelo e-mail cepsi.anhanguera@gmail.com . A Clínica de Psicologia está localizada na Avenida Visconde do Rio Branco, 123, Centro – Niterói.

Como lidar com o luto durante a pandemia do coronavírus2021-06-10T16:15:36-03:00

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

neumologista de Campinas relata que 90% dos seus atendimentos são casos de síndrome pós-Covid; fadiga muscular e pulmonar são as queixas mais frequentes

 

Campinas, março de 2021 – Mesmo após um ano de pandemia da Covid-19, ainda são realizados inúmeros estudos para entender as diferentes reações e possíveis sequelas da doença. A grande incógnita é entender o porque as sequelas são tão duradouras, mesmo em casos mais leves de infecção.

A falta de ar, perda do olfato e do paladar são os sintomas mais frequentes. Mas a síndrome pós-Covid, como é chamada, inclui alguns outros sintomas como tosse, dor de cabeça persistente, cansaço, fraqueza muscular, problema de concentração, perda de memória, distúrbio do sono, ansiedade e depressão. E isso não apenas em casos graves, casos leves, mesmo sem internação, estão relatando algum desses indícios. Segundo estudo realizado em países da Europa mais de 87% dos pacientes apresentam pelo menos um sintoma persistente da doença.

“Nos últimos dois meses, 90% dos meus atendimentos são casos de pós-Covid-19. Mesmo em casos leves, sem hospitalização e, mesmo após estarem ‘curados’, ou seja, sem a presença do vírus, as queixas são persistentes”, diz Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp. “Realizamos uma avaliação pulmonar e cardíaca para avaliar as sequelas e, na maioria dos casos, o resultado é perda de condicionamento físico, perda e fraqueza muscular”, completa o médico.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, até 40% dos recuperados apresentam sequelas. Manter-se ativo, realizar alguma atividade física dentro de casa e caminhada leve ajudarão a não prejudicar o condicionamento físico.

O pneumologista relata que as sequelas não serão necessariamente permanentes e enfatiza a grande importância de ter acompanhamento médico pós Covid-19, para minimizar ou sanar os impactos causados pela doença. “Na clínica contamos com uma equipe altamente qualificada para realizar nos nossos pacientes a fisioterapia respiratória, que é uma grande aliada e auxilia na rápida melhora, buscando trazer de volta a qualidade de vida para cada paciente”, completa.

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo
Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá. Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/

Sequelas da Covid-19 podem persistir mesmo em casos leves2021-03-24T16:05:00-03:00

CONGRESSO ON-LINE REÚNE ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR O ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

Com profissionais brasileiros e internacionais, o evento vai discutir também os impactos da COVID-19 nas ILPIs

O Brasil é um dos países com a maior população idosa do mundo, com cerca de 30 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e expectativa de que a população ultrapasse os 73 milhões de idosos até 2060 – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para discutir assuntos relacionados ao envelhecimento, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) realiza o 22º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, de 4 a 6 de março de 2021, on-line.

“Como tema principal, teremos as escolhas sensatas e a qualidade assistencial. Vamos abordar os assuntos mais relevantes relacionados à pessoa idosa, como o papel das tecnologias no cuidado aos mais velhos e o idoso no centro do cuidado, respeitando as suas individualidades e suas escolhas”, explica o Diretor Científico da SBGG, Dr. Renato Bandeira de Mello.

A programação contará com convidados nacionais e internacionais. Reunindo pesquisadores e profissionais que trabalham com envelhecimento de todo o Brasil e de países como Estados Unidos, Canadá, Itália, Argentina e Uruguai.

Entre os temas, destacam-se:

ILPI na pandemia do COVID-19: assuntos em alta na sociedade e na imprensa. Impacto, cuidado e qualidade assistencial com idosos em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) durante a pandemia da COVID-19;
Sarcopenia, uma doença evitável: quase 12 mil pessoas com mais de 60 anos morreram em decorrência de quedas em 2017, segundo dados do Ministério da Saúde. Discutir protocolos médicos e pesquisas sobre fragilidade e perda muscular, a implementação de políticas públicas e a acessibilidade em locais públicos são alguns dos tópicos relacionados ao tema;
Telegero: 15 anos de telemedicina em geriatria e gerontologia: Criada com o objetivo de capacitar e atualizar profissionais ligados às áreas de geriatria e gerontologia, a Telegero, teleconferência realizada mensalmente entre instituições de ensino e pesquisadores sobre o envelhecimento humano completa 15 anos.

Atualização de profissionais e formação de novos especialistas

Apesar de ter uma população crescente de idosos, o Brasil ainda carece de profissionais especializados para tratar de temas como os mencionados acima. Apenas na área médica, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), há 1.817 geriatras registrados, a maior parte (60%) na região sudeste. Sendo que há um geriatra para cada 16.511 idosos, índice muito abaixo do preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de um especialista para cada mil idosos.

“O geriatra é o especialista no envelhecimento humano e está capacitado para atender desde o idoso mais independente e com plena capacidade física e cognitiva até pacientes acamados ou que precisem de cuidados paliativos”, explica o Dr. Renato Bandeira de Mello, que complementa: “O Congresso cumpre o papel de atualizar os profissionais da área e contribuir com a formação de novos especialistas”.

A tendência é que essa lacuna cresça nos próximos anos, também com relação aos profissionais de outras áreas, especialistas em Gerontologia. “As mudanças demográficas que aconteceram nas últimas décadas, especialmente a rapidez do envelhecimento populacional, impõem à sociedade medidas estratégicas para entender esse fenômeno. E são os especialistas que podem ajudar a compreender os cuidados necessários aos idosos, o envelhecimento ativo e saudável e outras questões relacionadas à velhice”, diz a especialista em gerontologia e presidente do departamento de Gerontologia da SBGG, Vania Herédia.

Serviço

22º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia

Data: 4 a 6 de março de 2021

Local: On-line

Outras informações sobre o CBGG e inscrições: www.cbgg2021.com.br

Sobre a SBGG

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), fundada em 16 de maio de 1961, é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo congregar médicos e outros profissionais de nível superior que se interessem pela Geriatria e Gerontologia, estimulando e apoiando o desenvolvimento e a divulgação do conhecimento científico na área do envelhecimento. Além disso, visa promover o aprimoramento e a capacitação permanente dos seus associados.

CONGRESSO ON-LINE REÚNE ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR O ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL2021-02-18T15:22:27-03:00

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?

A cirurgia robótica vem ganhando espaço na maioria das especialidades cirúrgicas e revolucionando o tratamento de várias doenças, mesmo assim para algumas pessoas ainda é um tratamento pouco conhecido e algumas dúvidas são comuns, como: Será  que serei operado por um robô ou pelo meu médico? A cirurgia robótica se aplica no meu caso? Quais seriam os benefícios ?

A primeira cirurgia robótica do Brasil foi realizada em 2008!

De lá para cá ganhou popularidade devido a sua segurança, eficácia e bons resultados. Isso levou a hospitais de todo o Brasil a adquirirem plataformas robóticas. Os modelos de robô também tiveram atualizações e melhorias com o tempo, ficando cada vez mais modernos e ganhando funcionalidades.

Hoje existem mais médicos treinados em cirurgia robótica e já existem centros de formação e certificação de cirurgiões robóticos no país, tudo isso facilita aos pacientes o acesso a esta modalidade cirúrgica.

Neste procedimento o cirurgião fica no  controle de quatro braços robóticos: três braços cirúrgicos e um destinado à câmera .O Robô não opera sozinho e só faz o movimento conduzido pelo cirurgião que está sentado no console.

A imagem é 3D HD e com capacidade de amplificação dando detalhes muitas vezes não vistos sem esta ferramenta.

Os braços robóticos filtram o tremor natural da mão humana e reproduzem os movimentos realizados pelo médico ajudando no sucesso e melhorando os resultados da cirurgia.

Para saber se seu caso pode se beneficiar desta modalidade cirúrgica é muito importante conversar com seu médico e quando optar pela técnica procurar um médico habilitado e certificado para realização de cirurgia robótica .

Por ser realizada através de alguns furos na região a ser operada , o procedimento causa menores cicatrizes,  menos dor,  menos  sangramento, torna a recuperação mais rápida , causa menor uso de analgésicos. E especificamente na Urologia temos conseguido proporcionar melhores resultados funcionais aos pacientes tratados de câncer de próstata, oferecendo uma taxa bem menor de incontinência e impotência.

Estamos trabalhando para tornar esta técnica mais acessível aos pacientes uma vez que ainda não entrou no roll de procedimentos cobertos pelos planos de saúde.

 Dr. Mauro França Jr,

Diretor médico do Centro Urológico do Flamengo

Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia

Membro da Sociedade de Cirurgia Robótica e Minimamente invasiva do Brasil

Membro da Sociedade Americana de Urologia

Membro da Sociedade Europeia de Urologia

Você sabe o que é Cirurgia Robótica?2021-02-17T17:04:10-03:00

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida

Além de ser saboroso, o grão, que é uma paixão nacional, pode evitar o aparecimento de doenças, estimular a atividade cerebral e potencializar os resultados da prática de exercícios físicos

O café é uma paixão nacional. Está presente em 97% dos lares brasileiros e, também, possui um papel fundamental na manutenção da saúde e da qualidade de vida. Durante a terceira edição do projeto ABIC Convida, algumas das propriedades do café foram apresentadas por Marina Seidl, nutricionista e membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

Prevenção: Minerais, ferro, aminoácidos e ácidos clorogênicos fazem com que a bebida seja anti-inflamatória e uma excelente forma de prevenção contra alguns tipos de cânceres (pele e fígado), diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

Longevidade: As substâncias presentes no café ajudam a reduzir os riscos de desenvolver enfermidades, o que aumenta a expectativa de vida. A sua propriedade antioxidante também contribui com o fortalecimento do sistema imunológico.

Concentração e disposição: O grão é um ótimo aliado para estimular a atividade cerebral. Ademais de evitar dores de cabeça, pois provoca a descompressão dos vasos sanguíneos, ele dá energia e melhora a concentração.

Auxilia na prática de exercícios físicos: Para os amantes de esportes e exercícios físicos, a bebida também é uma aliada. A cafeína, na forma natural, aumenta a concentração e dá energia, o que potencializa o desempenho e ajuda a melhorar a performance física e cognitiva.

Fique por dentro de dicas de consumo

Para potencializar os efeitos da bebida na melhora da qualidade de vida, a profissional separou algumas dicas de como consumir o café da maneira mais saudável possível.

Adoçando de forma correta: O ideal é escolher um produto de boa qualidade para que não haja necessidade de adoçá-lo. Porém, para aqueles que não conseguirem ingerir a bebida de forma natural, é recomendado usar adoçantes orgânicos, como os que são à base de Stevia, por exemplo, e em pouca quantidade. Açúcar jamais!

Dose certa: A dose recomendada é de três xícaras por dia, o que significa consumir de 300 a 400 miligramas de cafeína. Gestantes e adolescentes não estão impedidos de tomar café, mas devem se atentar a quantidade correta, que é de 100 a 200 miligramas/dia.

Recipientes: Plástico jamais! Os coffee lovers devem sempre priorizar xícaras, canecas e copos de porcelana e/ou vidro.

Mônica Pinto, Nutricionista e Coordenadora de Projetos da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), destacou a versatilidade da bebida e os seus benefícios para o organismo: “O café agrada o paladar da maioria das pessoas e é um grande companheiro desde o café da manhã até o fim do dia. Quando consumido em doses moderadas, o café possui ação estimulante. Assim, o sono diminui e a energia aumenta. Os efeitos comportamentais mais notáveis são: a melhora da performance cognitiva e psicomotora, e maior concentração. O café , além de ser uma paixão nacional contribui  de maneira positiva  para o organismo, proporcionando mais disposição e melhorando a nossa capacidade de trabalho.”

Café e saúde: conheça as propriedades da bebida que contribuem com a qualidade de vida2020-09-22T16:50:02-03:00

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura

Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares do HC da Unicamp, destaca consequências como a síndrome respiratória

 

Campinas, setembro de 2020 – A covid-19 é uma doença que preocupa não apenas pelo alto índice de disseminação ou pelas consequências que pode acarretar no curto prazo. “Muitos pacientes se curam da covid mas carregam por vários meses sequelas como fadiga crônica (que pode ser pulmonar, como por exemplo a fibrose), muscular (perda de massa ou força) e cardiológica (como a miocardite – inflamação no músculo cardíaco)”, alerta Ronaldo Macedo, coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas/Intersticiais do HC da Unicamp.

 

Em alguns casos mais graves, os pacientes precisam lidar com as consequências de AVCs, embolia pulmonar ou mesmo insuficiência renal. Para o tratamento da chamada pós-covid, Ronaldo Macedo destaca a necessidade de alguns protocolos: avaliação funcional fisioterápica, tanto da parte respiratória como muscular (perda de massa ou força); associado a isso, é pedido uma avaliação de imagem (tomográfica e ecocardíaca) e avaliação pulmonar.

 

“Após todos os passos avaliatórios, com os resultados em mãos, é possível realizar um tratamento adequado para que o paciente retorne às atividades o quanto antes e não tenha nenhuma sequela mais grave”, explica o pneumologista. Vale lembrar que o Brasil já superou 4 milhões casos de covid-19, sendo mais de 3,3 milhões o número de recuperados.

 

Além das questões físicas, o especialista também aponta a importância de tratamento psicológico para as pessoas que superaram a doença. “O nível de ansiedade e os casos de depressão aumentaram muito durante a pandemia. Notou-se também um aumento no consumo de cigarro e álcool”, ressalta Macedo. Dados de um estudo feito pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) apontam que os casos de depressão quase dobraram durante a quarentena e a ansiedade e o estresse cresceram 80%.

 

Sobre o Dr. Ronaldo Macedo
Ronaldo Macedo é pneumologista formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, tendo participado como Observer Fellow no Serviço de Transplante Pulmonar no Toronto General Hospital, no Canadá. Trabalha há quase 10 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde é coordenador do Ambulatório de Doenças Pulmonares Difusas /Intersticiais (ambulatório de referência na Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), e no Hospital Vera Cruz / Campinas. É também professor da disciplina de Emergências Respiratórias na pós-graduação de Medicina de Emergência do Instituto Terzius. Para saber mais sobre o especialista, visite https://drronaldomacedo.com.br/

Pós-covid: especialista alerta sobre sequelas e aponta cuidados necessários após a cura2020-09-10T11:19:34-03:00

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena

 

A atividade física é essencial para prevenir quedas na terceira idade, um problema que atinge pelo menos um terço da população mundial. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que 28% a 35% das pessoas com mais de 65 anos sofre com alguma queda no mínimo uma vez ao ano. Esse problema aumenta o risco de morte nessa faixa etária.

 

A dra. Leda Magalhães de Oliveira, fisioterapeuta da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que ao fortalecer os músculos, os exercícios acabam estimulando também os ossos a se tornarem mais fortes. “Além disso, músculos mais fortes nos ajudam a ter melhor equilíbrio e nos cansar menos”, complementa.

 

Nesse período de pandemia, mexer o esqueleto se tornou ainda mais importante para manter o bem estar mental e fortalecer o sistema imunológico. Mas como fazer isso se os idosos são justamente o grupo mais vulnerável ao novo coronavírus e precisam ficar em casa?

 

Os especialistas da ABRASSO (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo) mostram que é possível adaptar nossos lares e até mesmo casas de repouso para criar uma rotina indoor de exercícios físicos.

 

E nem é preciso comprar equipamentos de academia. Os únicos instrumentos utilizados na série de exercícios criada pela dra. Leda e pela dra. Aurora de Fátima Gazolin Cecilio Mafra Cabral, também fisioterapeuta da Unifesp, são duas garrafas cheias de água, uma parede, uma cadeira e a cama.

 

“Esses exercícios foram feitos para pessoas com osteoporose, mesmo os pacientes que já têm fratura, como uma forma de fortalecer a musculatura e, assim, sustentar a fragilidade óssea. Porém, eles também podem ser indicados para portadores de outras doenças e para a população geral”, explica a dra. Aurora.

 

A dra. Leda recorda que é ainda mais importante manter essa rotina de exercícios agora porque quando ficamos só dentro de casa, especialmente os idosos, os movimentos se reduzem. Dessa forma, perdemos músculos e, os ossos, cálcio, tornando-se mais frágeis. “Apesar de nos mexermos ao fazer os serviços domésticos, isso não é suficiente para estimular o bom funcionamento do corpo”, conclui a profissional.

 

O que acha de publicar um conteúdo sobre esse tema? Os profissionais da equipe de fisioterapia da ABRASSO estão disponíveis para passar dicas de exercícios para os idosos e orientar todos os cuidados necessários para realizá-los de forma segura.

 

Exercícios físicos para prevenir quedas e fraturas em idosos na quarentena2020-09-02T20:19:22-03:00